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domingo, 12 de junho de 2011

Godmode Drops #08

  
Baixe em MP3, ou acesse no portal TERCEIRA TERRA
Fala, galera!

Paulo, Pita, Chuvisco, Gabriel, Cláudio e Fábio Sooner (Re:Games) fazem um Drops gigantesco e especial sobre a E3 2011. Passamos por todas as conferências, falamos dos principais jogos e brinquedinhos novos, até chegar na Nintendo e seu Wii U.

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Este podcast é não é aconselhado para menores de idade.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Kinect pioneiro?? Conheça o Sega Activator!

Pois é, nada se cria... No longínquo e obscuro ano de 1993, a SEGA lançava um acessório revolucionário, que permitiria ao jogador usar apenas o corpo para jogar, o SEGA ACTIVATOR.


o Sega activator tinha formato octognal, com pouco menos de 7 cm de altura e composto de 8 pedaços iguais que eram montados e colocados no chão. Em seguida, ligava-se o acessório à entrada de controles tradicional do Mega Drive e o jogador deveria se posicionar no meio da bagaça e fazer os movimentos de acordo com o jogo. Incrível, não?


Você deve estar pensando: "Se eu nunca ouvi falar dele até hoje, é por que deve ter sido uma porcaria, hein?" E está completamente certo, era uma bomba mesmo. Pra começar, os (poucos) anúncios eram mentirosos, o Activator não escaneava os movimentos da pessoa e os repetia no videogame, ele simplesmente era um controle gigante que, dependendo da posição das suas mãos ou pés, acionavam um botão diferente do controle. Se você se mexesse para frente por exemplo, ele simplesmente interpretaria que você apertou o direcional pra cima no controle. E a decepção não parava por aí, os sensores do Activator (que usavam infra vermelho) eram extremamente ineficientes, muitas vezes não detectavam certos movimentos e eram facilmente atrapalhados com uso próximo de ventiladores de teto, luminárias e espelhos.


A parte boa é que o Activator "funcionava" com todos os jogos do Mega Drive, não sendo necessário a aquisição de jogos especiais para ele, como é o caso do Kinect. O chato é que essa é a única parte boa, pois além dos defeitos citados acima une-se à eles o fato do acessório custar entre $80-150, que para os padrões de 1993 eram uma fortuna. Somando-se o preço alto, a má divulgação e o fato de não funcionar como deveria, o acessório ficou pouco tempo no mercado, teve péssimas vendas e foi tirado da vista das pessoas rápida e discretamente. Mas fica como exemplo de que um dos desejos dos gamers sempre foi uma forma nova de se jogar, não apenas com as mãos, mas com todo o corpo, livre, desejo esse que só foi saciado 17 anos depois... ou não!

Fonte: Kotaku

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Godmode Podcast - VIOLÊNCIA


  
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Fala, galera!

Paulo, Pita e Gabriel fazem um papo reto sobre a violência nos games. Será que jogamos jogos na maioria das vezes violentos para acalmar nossa fúria interior? A raça humana é violenta de nascença ou culturalmente? São poucos os jogos não-violentos? Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?

E num bloco gravado a parte, Paulo, Gabriel, Cláudio e Chuvisco falam da Brasil Game Show, dos jogos, dos estandes, da muvuca e das booth babes, num mini-episódio inserido no podcast.

Entrem em contato com a gente pelo nosso Twitter @Godmode_podcast, pelo nosso Email, ou alimente a discussão nos fóruns da TPK Brasil.

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Links:

Todos vídeos horríveis que fizemos na BGS
Todas as fotos mal tiradas da BGS parte A
Todas as fotos mal tiradas da BGS parte B


Cena do peido em Fable 3
Top 10 jogos mais sangüinários
A cena do aeroporto em Modern Warfare 2 (com o tema de Benny Hill pra aliviar)
GTA nos subúrbios

Ouça os episódios anteriores pelo portal Terceira Terra ou pelo nosso Feed.


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domingo, 28 de novembro de 2010

Godmode gang no BGS 2010


A Brasil Game Show rolou nos dias 20 e 21 de Novembro. A galera do Godmode esteve presente como imprensa. Foram alguns meses de antecipação e uma divulgação fortíssima do evento. Coisa que quase não teve no ano passado, quando a feira ainda se chamava Rio Game Show e ocupava apenas um terço do espaço do Centro de Convenções Sul América. E como propaganda é a alma do negócio, este ano nós sentimos a diferença gritante.

No sábado, demos mole e chegamos lá já um pouco depois de ter aberto para o público, às 11 da manhã (para imprensa a entrada estava liberada desde 9 horas). Então o caos já estava instalado. Uma fila quilométrica dava volta no quarteirão, e era formada pelas pessoas que ainda iam comprar o ingresso. Acho que nem os organizadores da BGS esperavam tanta gente. Isso só mostrava logo de cara que o público gamer brasileiro é grande e esse tipo de evento só tende a crescer.

Confesso nunca ter tido um prazer tão grande em passar a frente de um fila dessas. Claro, seria divertido conhecer os nerds e bater um papo com a galera antes de entrar, mas o solão daqui do Rio de quase meio-dia iria estragar a experiência.

Gabriel, Chuvisco e Cláudio devidamente credenciados (ou quase, Gabriel roubou o nome do Pita, que não foi)

Já lá dentro, de posse das credenciais de imprensa e das pulserinhas que dão coceira, passamos por um apertado túnel inflável que tinha em exposição a coleção do maior colecionador de consoles do Brasil, Marcelo Tavares.

Estande da Sony (foto tirada no domingo antes de abrir para o público)

Depois disso, entramos de fato na área do evento, dando de cara um baita estande da Sony, onde o destaque eram os jogos em 3D nos novos televisores da Sony. Jogar Motorstorm em 3D era como jogar com carros em miniatura. O efeito era bem legal, mas se perdia se você inclinasse a cabeça para os lados. Faltou um grande representante da novidade como o Killzone 3 ou até mesmo o novo Call of Duty: Black Ops, que não é um exclusivo, mas vem com a opção do 3D incluso. Presente no estande também estava o Gran Turismo 5, finalmente sendo lançado depois de toda aquela novela. O Playstation Move também marcou presença, incluindo o jogo Fight: Lights Out.

Booth babes da Seven

Do outro lado da rua principal, outro mega-estande, de mais uma das patrocinadoras do evento, a escola de computação gráfica Seven. As atrações eram variadas, pra não falar, meio genéricas e às vezes sem a ver com o tema, como o maior autorama do país (?????). Também tinha um carro de Nascar que servia apenas de cenário para tirar fotos das booth babes, escultores e esculturas de qualidade duvidosa, arcades como Dance Dance Revolution, entre outros. O maior destaque era o ÚNICO Kinect do evento, com uma fila enormes de pessoas para jogar o Kinect Adventures, no segundo maior momento vergonha alheia do evento, perdendo apenas para o Michael Jackson de Jaconé, no estande da Ubisoft.

Estande da Warner (foto tirada no domingo antes de abrir para o público)

Entre filas enormes, foi até uma surpresa quando eu e o Chuvisco conseguimos botar nossas mãos no novo Mortal Kombat, no estande da Warner. O jogo esta muito bonito e bem feito. A jogabilidade ainda não é de um Super Street Fighter da vida, mas se manteve fiel a sua proposta. A violência esta toda lá de volta e até fatalities saíram sem querer. Poucos personagens estavam selecionáveis, o restante que estavam trancados ainda eram um mistério, mas formavam um graaaaande número, o suficiente para juntar o elenco dos três primeiros jogos.


Visitamos também o estande da loja Shock Games, do nosso amigo Fred, que deu a sorte de ser a única loja vendendo títulos de PS3, Wii e Xbox, fora alguns acessórios (eu mesmo comprei o Navigational Controller do PS Move). Segundo ele, os jogos venderam que nem água no deserto. Incluindo novidades como o Need for Speed: Hot Persuit.

A Conexão Cultural, produtora que trouxe o Videogames Live pro Brasil, também marcou presença e eu fiz uma entrevista rápida com o meu amigo Erick que falou do novo projeto Game Music Brasil, festival que vai reunir bandas nacionais tocando música de games. Vídeo abaixo (áudio de meeeeeeerda)...


Muitas fotos das booth babes, é claro. A maioria fazendo carinha de chateação. Fiquei mais feliz em tirar foto com as cosplayers, que embora seja uma vergonha alheia do cacete, estavam ali porque queriam, sempre sorridentes e dispostas, ansiosas por levar um PS3 pra casa ganhando no concurso Gata Gamer.

Paulo e as cosplayers

And that's all folks! No ano que vem tem mais. Esperamos estar lá mais profissionais do que agora. Vai depender do quando o blog e o podcast crescer... OUVIRAM??? Bem, no próximo episódio do podcast a gente fala mais um pouco do evento e posta o restante das fotos e vídeos.

Próximo passo, E3!
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